Preso político
Sigo de perto a via crucis da simpática cidade de Senador Pompeu, no sertão central do Ceará. Um lugar que já teve prosperidade, e riquezas, hoje, no fundo do poço, carrega a cruz de desastres administrativos e naturais, como o fim do algodão, o desvio da rodovia central que passa ao largo de 20 quilôm
etrosentre Fortaleza e o Cariri, o fim do trem de passageiros e a anestesia que a politicagem ladroeira que implantou ali seus tentáculos, afastando até mesmo os de bom coração. O Brasil inteiro acompanha a luta atual de Senador Pompeu querendo ver-se livre dos acusados de corrupção, ou mesmo daqueles que são passageiros do Bonde do Tonhão. A televisão tem mostrado fatos e eles são incontestes. Testemunhas têm contado histórias e elas não são mentirosas. A Justiça tem tomado providências, e reage às investidas de soltura dos presos. Pois era aí que eu queria chegar. Esta semana, um cidadão de Senador Pompeu, teve que ir ao Corpo de Bombeiros, em Fortaleza, à cata de um alvará, uma documentação de seu interesse. Ao passar por uma sala com um vidro fumê muito forte, que impede a visão do que guarda ali, viu a porta abrir. Olhou, coçou os olhos e viu o Prefeito afastado Antonio Teixeira, acusado de mil e umas estripulias na prefeitura, preso, dedilhando um violão em dós e rés e sis. Preso cheio de regalias viu o conterrâneo e no cumprimento...o conterrâneo tomou até um susto...-Teixeira!!! –Pois é, respondeu ele, estou aqui. Sou um preso político. Vai acabar recebendo dinheiro de indenização com apoio daquele negócio lá, num-sei-quê Wanda Sidô!!!
A frase: “Opção dois, meu filho. Prefiro o tiro”. A frase é de uma queridíssima senhora da sociedade ao ser abordada num sinal de Fortaleza por um bandido que deu-lhe duas opções: A bolsa ou um tiro. Está viva. E com a bolsa.
FONTE BLOG MACARIO BATISTA
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